12 Outubro 2017

De Rosh Ha-Shanah a Sucot, as festas do início do ano judaico

Concluiu-se em Israel, com o dia de “Simchàt Torà”, literalmente “Alegria da Torá”, o ciclo de festividades do início do ano judaico.

Arqueologia, Cultura, e outras religiõe

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Com o dia de “Simchàt Torà”, literalmente “Alegria da Torá”, na quinta-feira, 12 de outubro, concluiu-se em Israel (um dia antes do que no resto do mundo) o ciclo de festividades do início do ano judaico.

Desde a véspera de 20 de setembro, primeiro dia do mês de Tishrí, conforme calendário judaico, os judeus do mundo inteiro celebraram o primeiro dia do ano (ou Rosh Ha-Shanah) número 5778. De acordo com a tradição, a contagem começa a partir da criação do mundo e nesse dia Deus deu origem a Abraão, o primeiro homem.

Rabbi RON KRONISH
Rabino, Escritor
“O Rosh Ashana, primeiro dia do ano, consiste em dois dias de oração, reflexão, exame dos sucessos e das culpas de cada um, da nossa comunidade e do povo durante o ano passado”.

A partir daí têm início dez dias de arrependimento, chamados de “slikhot”, que culminam no Yom kipur, literalmente “Dia da expiação”, o aniversário mais sagrado, solene e respeitado do calendário judaico. 25 horas de jejum, orações especiais e penitência.

O som da trompa marcou o fim do Yom Kipur e o início da festa de Sucot. “Morareis nas tendas durante sete dias”, diz Deus a seu povo na Torá e assim durante uma semana a cidade se encheu de construções temporárias para recordar os 40 anos no deserto dos judeus após terem sido libertados da escravidão no Egito.

Pelas ruas da cidade não foi raro o encontro com famílias ou pessoas sozinhas carregando na mão o lulàv, um ramalhete de vegetais composto por um ramo de palmeira, dois de salgueiro, três de murta e um de cedro. Na conclusão do período de arrependimento, no último dia de Sucot, o assim chamado Oshanà rabbà, literalmente “Deus salvai-nos”, sacode-se e arremessa-se ao chão o lulàv para despertar a criação e convidar o Messias a vir em breve.